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Programas

Atualizado em 18/05/17 17:33.

 

SINOPSES DOS PROGRAMAS/SESSÕES:

 

 "Descobrindo o Sistema Solar” 

 

Esta apresentação simula inicialmente o anoitecer. Descreve algumas constelações e estrelas brilhantes do início da noite e da madrugada. O destaque é a lenda mitológica associada à constelação de Leão.

A segunda parte é uma viagem descritiva com narrações de curiosidades físicas, químicas e ambientais dos astros do Sistema Solar: Sol, Mercúrio, Vênus, Terra e Lua, Marte, asteróides, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e cometas.

Nível: 6o ao 9o ano e Ensino Médio - Duração: 40 min.

 

 

"O Rei dos Planetas”

   

   O Planeta Júpiter é um dos astros mais brilhantes, sendo superado apenas pelo Sol, a Lua, Vênus e Marte, em condições muito especiais. O seu nome está associado ao deus romano Júpiter, que os gregos chamavam de Zeus, filho de Saturno e Réia, irmão de Netuno e Plutão. Outros deuses como Mercúrio, Vênus e Marte também cederam seus nomes a outros planetas, estas estrelas que, como o Sol e a Lua movimentam-se ao longo dos 12 signos do Zodíaco, criados pelos caldeus, povo que habitou a Mesopotâmia.

   Durante milênios acreditou-se que a Terra fosse o centro do Universo (Geocentrismo), teoria contestada por Nicolau Copérnico, que afirmou ser o Sol o ocupante deste centro (Heliocentrismo). Sua afirmação foi também defendida e aprimorada por Galileu, Kepler e Newton. Galileu, usando um telescópio, instrumento inventado pelo holandês Hans Lyppershey, observou as crateras da Lua e os quatro maiores satélites de Júpiter, chamados satélites galileanos.

   Posteriores observações dos movimentos desses satélites permitiram a determinação da massa de Júpiter, a partir da Lei da Gravitação Universal, de Newton. A nave Galileu, lançada pela NASA em 1997, chegou até Júpiter com o objetivo de estudá-lo mais de perto. Em seu trajeto, passou por Vênus, um planeta interno em relação à órbita da Terra.

   A Lua, o satélite natural da Terra é comentada durante a viagem, enfatizando-se o seu relevo, suas fases e os eclipses. Pousando na superfície de Io, um dos satélites galileanos, observamos Júpiter ocupando uma grande extensão do céu. Após interessantes explicações sobre as características específicas do rei dos planetas, retornamos à Terra.

   Nível: Ensino Médio - Duração: 40 min.

 

 

 

 

"Viagem a Nebulosa de Órion"

   

    Para nós, habitantes do hemisfério sul, as noites de verão são as mais majestosas. Das 25 estrelas mais brilhantes do céu, 12 podem ser vistas nesta época do ano, desenhando na abóbada celeste belíssimas constelações como CÃO MAIOR, TOURO, ÓRION, NAVIO, GÊMEOS e COCHEIRO. Na constelação de Órion, onde se encontram as conhecidas Três Marias, distinguem-se duas nebulosas: a primeira é uma nebulosa escura conhecida como Cabeça de Cavalo, a segunda é a grande Nebulosa de Órion, um verdadeiro berçário de estrelas.

   Uma viagem imaginária conduzirá o espectador, após atravessar rapidamente boa parte do Sistema Solar, ao espaço interestelar, na direção da Nebulosa de Órion; a 1.140 anos-luz de distância da Terra, para assistir, ali, ao nascimento de algumas estrelas.Tudo que tem um começo, tem também um fim. As estrelas que agora vemos brilhar, deixarão de fazê-lo um dia. Algumas morrem lenta e calmamente. Outras tem morte abrupta, acabando em violentas explosões, como aquela vista no ano 1054 a qual gerou a nebulosa hoje conhecida pelo nome de CARANGUEJO.

Todas as estrelas, aglomerados e nebulosas que da Terra podem ser vistas a olho nu, fazem parte de um conjunto maior chamado galáxia. Apesar de ter um diâmetro de 100.000 anos-luz e conter cerca de 200 bilhões de estrelas, a nossa galáxia, a que chamamos Via-Láctea, não é a única nem a maior galáxia do Universo. Supõe-se que devam existir cerca de 100 bilhões de galáxias, das quais apenas a vizinha Andrômeda e a Pequena e a Grande Nuvem de Magalhães, que são galáxias satélites da nossa, podem ser vistas a olho nu, da superfície da Terra.

   Talvez nunca saibamos ao certo se o Universo é infinito ou limitado; mas o importante é continuar avançando no campo do conhecimento, em todos os sentidos; pois não há outro caminho que nos faça crescer.

   Nível: Ensino Médio - Duração: 45 min.

 

"3C – 273"

   

   A Teoria da Relatividade ao afirmar que a percepção dos fenômenos depende da posição ocupada pelo observador, permitiu-nos dar um grande passo no sentido do entendimento dos complexos problemas do real e do imaginário.Uma nave espacial imaginária transporta-nos para além dos limites do Sistema Solar, a 1.600 anos-luz da nossa morada, na direção da estrela Deneb, na constelação do Cisne. A grande velocidade nos leva para fora dos domínios da Via-Láctea. Aproximamo-nos de Andrômeda e outras galáxias do Grupo Local.

    Deixamos para trás o nosso aglomerado de galáxias e nos aventuramos pelos confins do Universo rumo ao Quasar 3C-273, que da Terra é visto na direção da constelação da Virgem, a 2 bilhões de anos-luz da Via-Láctea. Estamos a 300 milhões de anos-luz daquele Quasar. E é preciso pensar na volta. Em apenas alguns segundos, percorremos 2 bilhões e 500 milhões de anos-luz, graças à grande velocidade de nossa nave. Entretanto, perguntamos: Quanto tempo terá se passado na Terra, desde o momento da nossa partida? Pela teoria da Relatividade, na Terra já se passaram 2.500.000.000 de anos.

   O retorno nos guarda uma surpresa: em lugar do Sol amarelo que conhecemos, encontramos uma estrela gigante vermelha, rodeada por 4 planetas gigantes e um pequeno: Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão. Em toda a nossa viagem percorremos 5 bilhões de anos-luz e na Terra passaram-se exatamente 5 bilhões de anos. O nosso planeta já não existe mais e partimos em busca de uma nova morada que nos ofereça as condições ambientais que necessitamos para sobreviver.
Na ânsia da procura porém não apercebemos a proximidade de um gigantesco Buraco Negro. Quando o notamos já é tarde demais. Penetramos numa fenda do Espaço-Tempo e não sabemos em que tempo ou em que região do espaço iremos acabar...

   Nível: Ensino Médio - Duração: 55 min.

 

"O Céu do Sul”

 

   Muitas das constelações que hoje conhecemos têm origem anterior aos calendários que adotamos. Mitos como o do carneiro de pele de ouro, ou velocino de ouro, que foi resgatado por Jasão e os Argonautas, originaram constelações como Áries, o carneiro, e Argos, o navio, onde se vê a estrela Canopus, nome do timoneiro do Argos. Muito tempo depois, Cristóvão Colombo, um navegador genovês, conseguiu chegar ao Novo Mundo e conheceu seus habitantes que ele chamou de índios.

   Entre os índios três nações se destacaram: Os Astecas, os Maias e os Incas. Dos Incas, chegaram até nós o conhecimento de algumas constelações como a do Poncho, que corresponde à constelação de Órion, e a dos Pumas, correspondente aos Gêmeos. No Brasil, a astronomia esteve presente desde a época do seu descobrimento com a determinação da latitude do local do desembarque feitas pelo astrônomo da esquadra de Cabral. As viagens para os mares do sul permitiram que se conhecessem outras estrelas e fossem criadas outras constelações só visíveis no hemisfério sul.

   Grandes pensadores com Copérnico, Kepler, Galileu e Newton deram passos decisivos para uma melhor compreensão da estrutura e da dinâmica do Sistema Solar. O homem se lançou ao espaço chegando até à Lua. Sondas não tripuladas pousaram em Vênus e Marte, outras orbitaram os grandes planetas. Como que para fazer uma ponte entre o passado remoto e o futuro distante, realiza-se uma viagem até a estrela Canopus a 98 anos-luz da Terra.

   Depois de passar pela Lua, o Sol, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno, ruma-se para Canopus e dali para a estrela Eta Carinae que, acredita-se, pode explodir a qualquer momento, irradiando uma energia 10 bilhões de vezes maior do que a atual: uma Supernova!

   Nível: Ensino Médio - Duração: 45 min.

 

"O Planeta Vermelho”

 

 Este programa aborda, ao som de belíssimas músicas clássicas, vários aspectos do Universo, ao mesmo tempo em que convida o espectador a refletir sobre as dimensões do Cosmos, a importância do planeta Terra e a sua presença nele. A viagem ao planeta Marte inicia-se após a descrição de algumas das mais interessantes constelações de nosso Céu como: Escorpião, Virgem, Leão, Ursa Maior e Gêmeos.

   Nesta primeira parte é mostrado a Eclíptica (caminho do Sol, da Lua e dos planetas) e o movimento da Esfera Celeste. Após a explicação de como surgiu o interesse e a procura pelos marcianos, simula-se a viagem até o planeta vermelho. O trajeto da viagem inclui passagem próxima à Lua, ao Asteróide Ceres, à Saturno, Titã e uma visão de conjunto do Sol com os cincos planetas mais próximos.

   A sua descida na superfície de Marte revela um mundo desolador, inóspito e sem vida. E, depois de conquistar Marte, o que fazer com ele? Conseguira a expedição retornar a Terra.

   Nível: 6o ao 9o ano e Ensino Médio - Duração: 40 min.

 

 "O céu da bandeira do Brasil”

  

   A bandeira do Brasil é a única bandeira nacional que representa uma parte da esfera celeste. As 27 estrelas escolhidas  pertencem a nove constelações. As estrelas representam cada um dos estados do Brasil e a capital no Distrito Federal. A projeção celeste no centro da bandeira, retrata o céu da antiga capital do império, a cidade do Rio de Janeiro às 08:37h, horário que o Cruzeiro do Sul está mais alto no céu e a data de 15/11/1889 é o dia da instituição do regime da República.

  A sessão aborda interessantes informações sobre as bandeiras históricas de Portugal e do Brasil, algumas curiosidades históricas sobre as últimas horas da transição entre a monarquia e a república, e ainda, dados astronômicos sobre as estrelas que ilustram a bandeira.

   Nível: 6o ao 9o ano e Ensino Médio - Duração: 45 min.

 

"Tainá-Kan (Estrela da Manhã)"

 

   Este programa conta a estória de um indiozinho que amava a floresta onde vivia e se divertia com os outros índios. Ali todos viviam em harmonia e as únicas leis que conheciam eram as leis da natureza. Assim não derrubavam as árvores, não poluíam os rios e quanto aos animais, só os matavam para comer da sua carne. Certo dia, Tainá, com seu arco e fecha, sai a perseguir um caititu pela mata a dentro.

   O animalzinho era muito esperto e a perseguição foi longa. Tainá havia se distanciado muito de sua tribo e como a noite já chegara não quis arriscar-se a voltar àquela hora. Assim, escolheu uma árvore alta e de galhos fortes para passar a noite. Logo, no céu repleto de estrelas, surgiu a Lua que para ele era a deusa Jaci. Inebriado pela magia daquele ambiente, Tainá inicia um diálogo com a Lua que lhe faz muitas revelações e o leva para uma viagem pelo Sistema Solar.

   Tainá conhece os planetas de perto, descobre aspectos curiosos sobre eles e finalmente conhece melhor a Lua com seu ambiente rude e estéril, e fica preocupado em que a Terra venha ter um destino semelhante, com uma superfície sem água, sem ar e sem florestas. Ao retornar, a Lua ainda o encoraja dizendo-lhe para confiar na inteligência do homem, que saberá viver na Terra em harmonia com a natureza.

   Nível: 4o e 5o anos - Duração: 40 min.

 

"A Aventura de Biriba" 

   

   Ele nasceu numa manhã de Primavera, lá na fazenda do seu Sebastião, bem meio do pasto. No começo era um burrinho que mal conseguia ficar de pé. Passava o tempo todo mamando e nunca se afastava de sua mãe. Quando a meninada o descobriu fizeram a maior festa e foi Tiãozinho quem teve a idéia de lhe dar o nome de Biriba.

   Quando chegou o Natal, os meninos se distraiam a brincar com os novos brinquedos e se esqueceram do Biriba. Solitário e triste, o burrinho pôs-se a caminhar pelo pasto até se distrair com uma linda borboleta azul, que parecia querer brincar com ele. Quando Biriba pensou em voltar para casa, já estava anoitecendo e ele estava perdido.

   Foi então que Biriba ouviu a voz da mais brilhante das estrelas: Sírius! Convencendo-se de que a noite, em vez de horrores, tem muitas e muitas belezas, Biriba se deixou conduzir pela bela estrela numa agradável viagem pelo céu. Conheceu as constelações, os nomes de algumas estrelas, os planetas. Aprendeu que a Terra tem dois movimentos principais; conheceu as causas da noite e do dia e das estações do ano; visitou a Lua e chegou pertinho de um cometa.

   Quando o Sol estava quase nascendo na fazenda, Biriba, saudoso de sua mãe, despediu-se de Sírius e voltou para casa. Agora não estava mais perdido pois sabia muito bem onde fica o Norte, o Sul, o Leste e o Oeste.

   Nível: até 3o ano - Duração: 35 min.

 

"O Príncipe Sem Nome" 

  

   Um menino (Príncipe) vivia sozinho em um planeta deserto e nada de interessante acontecia lá, o céu estava sempre coberto de nuvens e não se via as estrelas. Um dia um viajante espacial proveniente da Terra - Álex e seu cachorro Póllux - pousaram em seu planeta. Álex, Póllux e o Príncipe partem do planeta, em uma nave espacial, e juntos irão conhecer as constelações, as estrelas, os planetas do Sistema Solar, o Sol, visitarão a superfície da Lua e finalmente chegarão à Terra.

  Nessa aventura, o Príncipe conhece as crianças que visitam o Planetário, mas ele não tinha um nome ainda. O final é divertido e surpreendente para crianças e adultos.

  Sessão originalmente produzida pela Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro (1999), sucesso em vários planetários brasileiros onde foi e ainda é oferecida; adaptada adaptada e atualizada para o Planetário da UFG em 2010. Estilo de apresentação em história em quadrinhos.
 
   Nível: até 3o ano - Duração: 35 min.

 
 

"Uma aventura no céu" 

 

      Um menino chamado Gustavo se encanta com o céu estrelado e começa a imaginar as figuras das constelações. Ele cria uma aventura, na qual se torna o comandante da constelação do Navio e captura animais no céu.

   Nessa aventura, Gustavo conhece constelações, planetas do Sistema Solar e um cometa. Após aprisionar alguns astros em uma jaula, as estrelas fogem da presença dele. Gustavo tem uma surpresa e se vê obrigado a repensar sua atitude conquistadora. Ao final, tudo se passou em um sonho...

   Sessão originalmente produzida em 1994, por José Aloísio da Silva, professor aposentado do Planetário da UFG, em homenagem ao seu filhinho Gustavo. Esta sessão gerou um livro "As aventuras do Comandante Gustavo".
 
   Nível: 4o e 5o anos - Duração: 35 min.

 

 

 

"O Rei dos Planetas”

O Planeta Júpiter é um dos astros mais brilhantes, sendo superado apenas pelo Sol, a Lua, Vênus e Marte, em condições muito especiais. O seu nome está associado ao deus romano Júpiter, que os gregos chamavam de Zeus, filho de Saturno e Réia, irmão de Netuno e Plutão. Outros deuses como Mercúrio, Vênus e Marte também cederam seus nomes a outros planetas, estas estrelas que, como o Sol e a Lua movimentam-se ao longo dos 12 signos do Zodíaco, criados pelos caldeus, povo que habitou a Mesopotâmia.

Durante milênios acreditou-se que a Terra fosse o centro do Universo (Geocentrismo), teoria contestada por Nicolau Copérnico, que afirmou ser o Sol o ocupante deste centro (Heliocentrismo). Sua afirmação foi também defendida e aprimorada por Galileu, Kepler e Newton. Galileu, usando um telescópio, instrumento inventado pelo holandês Hans Lyppershey, observou as crateras da Lua e os quatro maiores satélites de Júpiter, chamados satélites galileanos.

Posteriores observações dos movimentos desses satélites permitiram a determinação da massa de Júpiter, a partir da Lei da Gravitação Universal, de Newton. A nave Galileu, lançada pela NASA em 1997, chegou até Júpiter com o objetivo de estudá-lo mais de perto. Em seu trajeto, passou por Vênus, um planeta interno em relação à órbita da Terra.

A Lua, o satélite natural da Terra é comentada durante a viagem, enfatizando-se o seu relevo, suas fases e os eclipses. Pousando na superfície de Io, um dos satélites galileanos, observamos Júpiter ocupando uma grande extensão do céu. Após interessantes explicações sobre as características específicas do rei dos planetas, retornamos à Terra.

Nível: Ensino Médio - Duração: 40 min

"3C – 273"

A Teoria da Relatividade ao afirmar que a percepção dos fenômenos depende da posição ocupada pelo observador, permitiu-nos dar um grande passo no sentido do entendimento dos complexos problemas do real e do imaginário.Uma nave espacial imaginária transporta-nos para além dos limites do Sistema Solar, a 1.600 anos-luz da nossa morada, na direção da estrela Deneb, na constelação do Cisne. A grande velocidade nos leva para fora dos domínios da Via-Láctea. Aproximamo-nos de Andrômeda e outras galáxias do Grupo Local.

Deixamos para trás o nosso aglomerado de galáxias e nos aventuramos pelos confins do Universo rumo ao Quasar 3C-273, que da Terra é visto na direção da constelação da Virgem, a 2 bilhões de anos-luz da Via-Láctea. Estamos a 300 milhões de anos-luz daquele Quasar. E é preciso pensar na volta. Em apenas alguns segundos, percorremos 2 bilhões e 500 milhões de anos-luz, graças à grande velocidade de nossa nave. Entretanto, perguntamos: Quanto tempo terá se passado na Terra, desde o momento da nossa partida? Pela teoria da Relatividade, na Terra já se passaram 2.500.000.000 de anos.

O retorno nos guarda uma surpresa: em lugar do Sol amarelo que conhecemos, encontramos uma estrela gigante vermelha, rodeada por 4 planetas gigantes e um pequeno: Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão. Em toda a nossa viagem percorremos 5 bilhões de anos-luz e na Terra passaram-se exatamente 5 bilhões de anos. O nosso planeta já não existe mais e partimos em busca de uma nova morada que nos ofereça as condições ambientais que necessitamos para sobreviver.

Na ânsia da procura porém não apercebemos a proximidade de um gigantesco Buraco Negro. Quando o notamos já é tarde demais. Penetramos numa fenda do Espaço-Tempo e não sabemos em que tempo ou em que região do espaço iremos acabar...

Nível: Ensino Médio - Duração: 55 min

"Viagem ao Planeta Marte”

Este programa aborda, ao som de gelíssimas músicas clássicas, vários aspectos do Universo, ao mesmo tempo em que convida o espectador a refletir sobre as dimensões do Cosmos, a importância do planeta Terra e a sua presença nele. A viagem ao planeta Marte inicia-se após a descrição de algumas das mais interessantes constelações de nosso Céu como: Escorpião, Virgem, Leão, Ursa Maior e Gêmeos.

Nesta primeira parte é mostrado a Eclíptica (caminho do Sol, da Lua e dos planetas) e o movimento da Esfera Celeste. Após a explicação de como surgiu o interesse e a procura pelos marcianos, simula-se a viagem até o planeta vermelho. O trajeto da viagem inclui passagem próxima à Lua, ao Asteróide Ceres, à Saturno, Titã e uma visão de conjunto do Sol com os cincos planetas mais próximos.

A sua descida na superfície de Marte revela um mundo desolador, inóspito e sem vida. E, depois de conquistar Marte, o que fazer com ele? Conseguira a expedição retornar a Terra.

Nível: Ensino Médio - Duração: 40 min

"O Céu do Sul”

Muitas das constelações que hoje conhecemos têm origem anterior aos calendários que adotamos. Mitos como o do carneiro de pele de ouro, ou velocino de ouro, que foi resgatado por Jasão e os Argonautas, originaram constelações como Áries, o carneiro, e Argos, o navio, onde se vê a estrela Canopus, nome do timoneiro do Argos. Muito tempo depois, Cristóvão Colombo, um navegador genovês, conseguiu chegar ao Novo Mundo e conheceu seus habitantes que ele chamou de índios.

Entre os índios três nações se destacaram: Os Astecas, os Maias e os Incas. Dos Incas, chegaram até nós o conhecimento de algumas constelações como a do Poncho, que corresponde à constelação de Órion, e a dos Pumas, correspondente aos Gêmeos. No Brasil, a astronomia esteve presente desde a época do seu descobrimento com a determinação da latitude do local do desembarque feitas pelo astrônomo da esquadra de Cabral. As viagens para os mares do sul permitiram que se conhecessem outras estrelas e fossem criadas outras constelações só visíveis no hemisfério sul.

Grandes pensadores com Copérnico, Kepler, Galileu e Newton deram passos decisivos para uma melhor compreensão da estrutura e da dinâmica do Sistema Solar. O homem se lançou ao espaço chegando até à Lua. Sondas não tripuladas pousaram em Vênus e Marte, outras orbitaram os grandes planetas. Como que para fazer uma ponte entre o passado remoto e o futuro distante, realiza-se uma viagem até a estrela Canopus a 98 anos-luz da Terra.

Depois de passar pela Lua, o Sol, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno, ruma-se para Canopus e dali para a estrela Eta Carinae que, acredita-se, pode explodir a qualquer momento, irradiando uma energia 10 bilhões de vezes maior do que a atual: uma Supernova!

Nível: Ensino Médio - Duração: 45 min

"Uma Aventura no Céu”

É um programa dirigido ao público infantil, mas; que pela mensagem e beleza; agrada também aos adultos. O programa mostra a estória de um menino numa empolgante aventura pelo céu, onde ele vai conquistando os astros e constelações; principalmente aqueles do Zodíaco.

Nesta ação de captura são aprisionados entre outros; o escorpião; o Centauro, o Camaleão, o Touro e até mesmo o rei dos animais, o temível Leão. Entretanto, a astúcia e inteligência do grande comandante Gustavo ficam evidentes quando ele parte na busca de um enorme cometa. A medida que os astros vão sendo capturados o céu vai se tornando cada vez mais escuro e as poucas estrelinhas que restam fogem rapidamente. Ante aquelas trevas todas o comandante Gustavo sente uma tristeza profunda.

Naquele instante ele conhece o verdadeiro significado da liberdade. E toma, então; uma decisão importante: libertará imediatamente todos os astros e constelações aprisionados. E assim, devolvendo ao céu todos os seus astros, devolve-lhe também todo o seu encanto e beleza. E os astros, tal como num infinito e harmonioso bale cósmico voltam a movimentar o céu.

Nível: Ensino Médio - Duração: 45 min

"As Aventuras de Biriba”

Ele nasceu numa manhã de Primavera, lá na fazenda do seu Sebastião, bem meio do pasto. No começo era um burrinho que mal conseguia ficar de pé. Passava o tempo todo mamando e nunca se afastava de sua mãe. Quando a meninada o descobriu fizeram a maior festa e foi Tiãozinho quem teve a idéia de lhe dar o nome de Biribá.

Quando chegou o Natal, os meninos se distraiam a brincar com os novos brinquedos e se esqueceram do Biribá. Solitário e triste, o burrinho pôs-se a caminhar pelo pasto até se distrair com uma linda borboleta azul, que parecia querer brincar com ele. Quando Biriba pensou em voltar para casa, já estava anoitecendo e ele estava perdido.

Foi então que Biriba ouviu a voz da mais brilhante das estrelas: Siriús! Convencendo-se de que a noite, em vez de horrores, tem muitas e muitas belezas, Biribá se deixou conduzir pela bela estrela numa agradável viagem pelo céu. Conheceu as constelações, os nomes de algumas estrelas, os planetas. Aprendeu que a Terra tem dois movimentos principais; conheceu as causas da noite e do dia e das estações do ano; visitou a Lua e chegou pertinho de um cometa.

Quando o Sol estava quase nascendo na fazenda, Biribá, saudoso de sua mãe, despediu-se de Siriús e voltou para casa. Agora não estava mais perdido pois sabia muito bem onde fica o Norte, o Sul, o Leste e o Oeste.

Nível: até 3º série - Duração: 35 min

"Viagem a Nebulosa de Órion"

Para nós, habitantes do hemisfério sul, as noites de verão são as mais majestosas. Das 25 estrelas mais brilhantes do céu, 12 podem ser vistas nesta época do ano, desenhando na abóbada celeste belíssimas constelações como CÃO MAIOR, TOURO, ÓRION, NAVIO, GÊMEOS e COCHEIRO. Na constelação de Órion, onde se encontram as conhecidas Três Marias, distinguem-se duas nebulosas: a primeira é uma nebulosa escura conhecida como Cabeça de Cavalo, a segunda é a grande Nebulosa de Órion, um verdadeiro berçário de estrelas.

Uma viagem imaginária conduzirá o espectador, após atravessar rapidamente boa parte do Sistema Solar, ao espaço interestelar, na direção da Nebulosa de Órion; a 1.140 anos-luz de distância da Terra, para assistir, ali, ao nascimento de algumas estrelas.Tudo que tem um começo, tem também um fim. As estrelas que agora vemos brilhar, deixarão de fazê-lo um dia. Algumas morrem lenta e calmamente. Outras tem morte abrupta, acabando em violentas explosões, como aquela vista no ano 1054 a qual gerou a nebulosa hoje conhecida pelo nome de CARANGUEJO.

Todas as estrelas, aglomerados e nebulosas que da Terra podem ser vistas a olho nu, fazem parte de um conjunto maior chamado galáxia. Apesar de ter um diâmetro de 100.000 anos-luz e conter cerca de 200 bilhões de estrelas, a nossa galáxia, a que chamamos Via-Láctea, não é a única nem a maior galáxia do Universo. Supõe-se que devam existir cerca de 100 bilhões de galáxias, das quais apenas a vizinha Andrômeda e a Pequena e a Grande Nuvem de Magalhães, que são galáxias satélites da nossa, podem ser vistas a olho nu, da superfície da Terra.

Talvez nunca saibamos ao certo se o Universo é infinito ou limitado; mas o importante é continuar avançando no campo do conhecimento, em todos os sentidos; pois não há outro caminho que nos faça crescer.

Nível: Ensino Médio - Duração: 45 min

"Vida no Universo" (Desativado)

Para facilitar o estudo dos astros, as estrelas foram agrupadas em constelações. No dia 15 de junho às 19 horas, entre muitas outras, notam-se as seguintes constelações zodiacais: Escorpião; Balança; Virgem, Leão, Câncer e Gêmeos. No hemisfério boreal: Ursa Maior e Boieiro e no hemisfério austral: Cruzeiro do Sul e Centauro.Este mesmo céu pode ser visto em outras datas, porém em horas diferentes; por causa do movimento de translação da Terra.

Milhões de quilômetros nos separam do Sol e dos planetas, dezenas, centenas e até milhares de trilhões de quilômetros nos separam das estrelas visíveis a olho nu. Sabe-se hoje da existência de objetos tão distantes que a própria luz leva bilhões de anos para percorre-las. Estaremos sós neste universo infinito?De acordo com os conhecimento adquiridos até os tempos atuais, são muito grandes as probabilidades de existência de vida em outros mundos.

Ignora-se completamente porém, quais seriam esses mundos.Para as formas de vida terrestres; são essenciais a presença do oxigênio, da água, gravidade, temperaturas e pressões atmosféricas adequados. Assim parece pouco provável que exista alguma forma de vida imaginável em outros sistemas planetários semelhantes ao nosso; como a 61 do Cisne, mas a pesquisa direta destes planetas só será possível com o aprimoramento das investigações espaciais.

Segundo as teorias, o ser humano só pode fazer viagens de ida e volta às estrelas mais próximas, dentro de um raio de 15 anos-luz, mas nunca poderá sequer chegar vivo a outras galáxias. Assim, os supostos visitantes de outros mundos, só poderiam vir das vizinhanças estelares ou teriam que dispor de um tempo médio de vida de milhares e até mesmo milhões de anos terrestres.

Nível: Ensino Médio - Duração: 50 min

"TAINÁ-KAN (Estrela da Manhã)"

Este programa conta a estória de um indiozinho que amava a floresta onde vivia e se divertia com os outros índios. Ali todos viviam em harmonia e as únicas leis que conheciam eram as leis da natureza. Assim não derrubavam as árvores, não poluíam os rios e quanto aos animais, só os matavam para comer da sua carne. Certo dia, Tainá, com seu arco e fecha, sai a perseguir um caititu pela mata a dentro.

O animalzinho era muito esperto e a perseguição foi longa. Tainá havia se distanciado muito de sua tribo e como a noite já chegara não quis arriscar-se a voltar àquela hora. Assim, escolheu uma árvore alta e de galhos fortes para passar a noite. Logo, no céu repleto de estrelas, surgiu a Lua que para ele era a deusa Jaci. Inebriado pela magia daquele ambiente, Tainá inicia um diálogo com a Lua que lhe faz muitas revelações e o leva para uma viagem pelo Sistema Solar.

Tainá conhece os planetas de perto, descobre aspectos curiosos sobre eles e finalmente conhece melhor a Lua com seu ambiente rude e estéril, e fica preocupado em que a Terra venha ter um destino semelhante, com uma superfície sem água, sem ar e sem florestas. Ao retornar, a Lua ainda o encoraja dizendo-lhe para confiar na inteligência do homem, que saberá viver na Terra em harmonia com a natureza.

Nível: 3ª e 5ª séries - Duração: 40 min

"Lindo Balão Azul"

Neste programa é explicado como aparecem as cores do céu, evidenciando, desta forma, o aparecimento do Arco-Íris. Demonstrando artificialmente a sua formação. Aproveitando os seus recursos o Planetário mostra como o nosso céu muda do avermelhado, do nascer ao pôr-do-Sol, para lindo azul celeste nas outras horas do dia.Também explica o cintilar das estrelas, faz alusões aos meteoritos, mostrando como estes pequenos corpos celestes, provocam às vezes verdadeiras chuvas de estrelas cadentes, luzes multicoloridas, espargindo pelos espaços.

Faz-se uma viagem imaginária até os confins do Universo; onde estão outras Galáxias. Os planetas Marte, Júpiter; Saturno, além do nosso satélite natural, são mostrados.Estrelas e constelações com suas lendas são estudadas. O Cometa de Halley; que passou pela Terra no ano de 1986; será mostrado e analisado. Por último; será enfocado o estilo da Via-Láctea e de inúmeras galáxias; bem como o majestoso grupo estelar da Caixa de Jóias.Finalmente; a Terra é vista da Lua; formando um quadro visual majestoso.

O programa será acompanhado de lindos versos de renomados poetas nacionais, tendo por fundo musical; peças clássicas; e justificando o seu nome; a música Lindo Balão Azul”; de Guilherme Arantes.

Nível: 4ª a 6ª séries - Duração: 40 min

"Sonho de uma Noite de Verão" (Desativado)

O programa Sonho de Uma Noite de Verão é o convite a uma viagem inusitada através de miríades de astros do nosso, ainda; misterioso e encantado universo.Além de descrever algumas das mais interessantes constelações observáveis em nosso céu, são focalizados ainda o Sol e os Planetas com suas peculiaridades , antes de se abandonar nossa galáxia.

Longe de nossa Via-Láctea, se destacando contra o negrume do espaço interplanetário, nebulosas e galáxias nos proporcionam a visão encantadora e deslumbrante de um espetáculo aqui antecipado pela magia do Planetário. Na volta a Terra, o pouso acontece em pleno continente Antártico onde presenciamos o contraste entre o dia e a noite polar.

Pode-se ainda observar a posição das constelações do Sul, ali vistas em um ângulo diferente no céu e às maravilhosas cores assumidas pela atmosfera no momento das auroras polares. Será a Terra o único planeta habitado? É analisando as probabilidades em torno do assunto que o programa se encerra.

Nível: Ensino Médio - Duração: 40 min

"URAN - O Viajante do Espaço" (Desativado)

Aninha é uma menina muito curiosa que, às vezes, passa horas folheando livros buscando respostas para suas dúvidas. Uma tarde, encontrou uma gravura que representava uma nave espacial pilotada por um garoto da sua idade. Aninha deu asas a imaginação e penetrou no mundo da fantasia tão profundamente que, sem saber como, de repente se viu dentro daquela nave, diante do garoto que se chamava Uran.Pacientemente, Uran vai explicando a Aninha tudo o que havia aprendido sobre os astros em suas viagens pelo Universo.

Descontraidamente os dois abandonam a Terra e se lançam numa gostosa aventura pelo espaço sideral. Visitam a Lua, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno. Conhecem as estrelas, as nebulosas e as galáxias. Depois de um passeio de 45 minutos, retornam à Terra e Aninha, quase saciada em sua curiosidade sem fim, despede-se de Uran, com a promessa de um dia, talvez, tornar a encontrá-lo numa nova aventura.

Nível: 5ª a 7ª séries - Duração: 45 min

"A Lenda de uma Estrela"

Era uma vez uma estrela que morava muito longe. Era um lugar escuro e desolado do céu. Solitária, ela vivia triste porque não tinha com quem conversar. Mas sabia que havia no espaço milhares de outras estrelas. Então, um dia, decidiu sair para conhecer suas companheiras e descobrir o que havia de novo no céu.Saiu de sua morada muito devagar, com medo do desconhecido... De repente, a primeira surpresa. Viu três estrelas juntas, uma ao lado da outra.

Muito contente, ficou sabendo tratar-se das Três Marias, na maravilhosa constelação de Órion. E assim começou sua aventura pelo céu.Após conhecer as estrelas da constelação de Órion, seguiu para a constelação do Touro, onde viu um curioso grupo de estrelas; as Plêiades. Perdendo o medo do desconhecido, a estrelinha vai mais adiante. Ao longe uma luz chama sua atenção... é o Sol. Ela procura se aproximar, mas não consegue. Faz muito calor.

A distância, ela consegue ver um eclipse e um cometa com sua cauda brilhante, mas o que ela gostou muito foi de conhecer a Lua. Seguindo em frente a estrelinha passa por Vênus e Júpiter, além de Saturno, e pôde ver ao longe outras galáxias.Distraída a estrelinha vagava pelo céu, quando aparece a sua frente um Buraco Negro. Ela cintilou de medo. Mas, para sorte sua, surge um grupo de estrelas em forma de cruz. Era o Cruzeiro do Sul. A estrelinha gostou tanto daquela região do céu que pediu a suas companheiras do Cruzeiro para ficar ali para sempre. E, desde então, a estrelinha solitária ficou conhecida como a Intrometida, do Cruzeiro do Sul.

Nível: 3ª e 4ª séries - Duração: 35 min

"S. N. 1987-A" (Desativado)

Através deste programa, se fará uma viagem imaginária pelo Universo. Dirigindo até próximo à grande Nuvem de Magalhães, de onde se assistirá o espetacular fenômeno de surgimento de uma Super-Nova. De volta à Terra, deslocar-se-á até o Pólo Sul, onde será mostrado e analisado o problema do buraco na camada de ozônio. O roteiro desta viagem apresentará passagens por Vênus, mostrando duas naves sobrevoando o planeta.

Dirigindo-se depois ao planeta Mercúrio e ao redor do próprio Sol. Conhecimentos atualizados serão enfocados com todo rigor científico. Posteriormente, haverá o afastamento do Sol – dirigindo-se aos confins da Via Láctea. Nesta trajetória será mostrado o Cometa Wilson, que passou próximo ao Sol em 20 de abril de 1987. Esse cometa seguiu uma órbita parabólica, passando pelo Sol, dirigindo-se para fora do Sistema Solar, para não mais voltar.Aproximando alguns bilhões de quilômetros da grande Nuvem de Magalhães, será observado o fenômeno do surgimento de uma Super-Nova nessa nebulosa.

As Super-Novas são geradas por explosões de estrelas gigantes.” Várias constelações austrais serão estudadas: Escorpião, Centauro e Navio.Após estudarmos esse acontecimento, a nave retornará à Terra, mostrando o Sol, girando ao seu redor Mercúrio, Vênus, Terra com seu satélite. A nave pousará no Pólo Sul, onde será abordado o problema do buraco da camada de ozônio.

Finalmente o buraco na camada de ozônio é pesquisado, mostrando inclusive o resultado das últimas pesquisas empreendidas por entidades e universidades norte-americanas. Segundo alguns cientistas, caso este buraco se amplie sobre zonas habitadas, seus moradores terão que andar sob redomas protetoras, do contrário em pouco tempo serão mortos.

Nível: Ensino Médio - Duração: 40 min

"Galáxia M-87" (Desativado)

 Ao som de belos acordes musicais, os narradores declamam poemas do imortal Olavo Bilac, enquanto se estabelece o clímax para a realização de uma viagem através do Universo.Durante a viagem realça-se os resultados das últimas pesquisas empreendidas pelas naves americanas, tripuladas ou não, sobre a Lua, Marte, Júpiter, Saturno, Titã e o Cometa Halley.

Algumas constelações situadas no Céu Austral: Cetus (baleia), Centauro e Lobo são enfocadas; e a Via Láctea é mostrada com todas as suas nuances.Salientam-se aspectos do Universo extragaláctico inclusive com a visualização de diversas galáxias, espiraladas, elípticas e irregulares. Porém o alvo do programa é a Galáxia M-87, por ser uma potente fonte emissora de raios-x, possibilitando, desta forma, especular quanto a possibilidade da mesma abrigar buracos negros”.

A viagem se desenvolve obedecendo a lei da Teoria da Relatividade elaborada por Albert Einstein em 1915, mas os conceitos por nós emitidos sobre os buracos negros” foram extraídos das obras de diversos astrônomos e físicos como John Taylor, Isaac Asimov e John Gribbin.Busca-se com este programa, utilizando-se dos recursos do Planetário, dar conteúdo e imagens a este enigmático problema levantado em vários hipóteses por eminentes cientistas: A EXISTÊNCIA DOS BURACOS NEGROS”.

Nível: 7ª e 8ª séries - Duração: 30 min

"Noites Goianas"

Neste programa, de rara beleza, é mostrado o nascer e pôr-do-sol em Goiânia, as principais estrelas e constelações visíveis à noite, as coordenadas celestes, as estrelas cadentes e importantes constelações Boreais, Zodiacais e Austrais como: Sagitário, Virgem, Escorpião, Lira, Cisne e Cruzeiro do Sul.Na mesma seqüência, é realizada uma viagem fantástica ao Sistema Solar.

É simulado um pouso na Lua, como um estudo de Júpiter com seus quatro maiores satélites e, posteriormente, é observado parte do Sistema Solar, descrevendo, inclusive, a passagem de um cometa.

O espectador terá a oportunidade de ver, do espaço”, a Terra, espetacularmente bela e multicolorida e, durante essa escalada imaginária, ao som musical de Noites Goianas” e Canção do Araguaia”, chega, por fim, novamente ao seu ponto de partida, que é Goiânia, no momento em que um satélite artificial percorre o céu, ao mesmo tempo vislumbra o amanhecer de um novo dia através da silhueta de nossa cidade.

Nível: 7ª e 8ª séries - Duração: 35 min

"O Céu da Primavera e o Sol da Meia-Noite" (Desativado)

 Observando boa parte da trajetória diária do Sol pelos céus de Goiânia até que se esconda no horizonte oeste, podemos observar aquela batalha que se trava diariamente entre as luzes do dia e as trevas da noite. Se, num passe de mágica, eliminarmos do ar toda a fumaça e toda a poeira nele existentes, e apagarmos todas as luzes da cidade, ficamos diante de um céu, ao qual poderíamos chamar de totalmente estrelado.

Agora sim podemos falar do céu da primeira e das principais estrelas e constelações visíveis nesta época do ano em Goiânia. Além da Via-Láctea com suas incontáveis estrelas, podemos notar ainda, mesmo a vista desarmada, a galáxia de Andrômeda, cuja luz que vemos agora, partiu de lá há 2 milhões de anos.

Agora, utilizando os recursos do planetário, podemos observar o céu lá do polo sul da terra. Um fato curioso constatamos na região polar. Estas regiões têm um dia e uma noite que duram 6 meses. Assim vemos um espetáculo que só pode ser observado nesta região da Terra, o sol a meia-noite.

Nível: 7ª e 8ª séries - Duração: 30 min

"O Céu da Bandeira do Brasil"

 Observando boa parte da trajetória diária do Sol pelos céus de Goiânia até que se esconda no horizonte oeste, podemos observar aquela batalha que se trava diariamente entre as luzes do dia e as trevas da noite. Se, num passe de mágica, eliminarmos do ar toda a fumaça e toda a poeira nele existentes, e apagarmos todas as luzes da cidade, ficamos diante de um céu, ao qual poderíamos chamar de totalmente estrelado.

Agora sim podemos falar do céu da primeira e das principais estrelas e constelações visíveis nesta época do ano em Goiânia. Além da Via-Láctea com suas incontáveis estrelas, podemos notar ainda, mesmo a vista desarmada, a galáxia de Andrômeda, cuja luz que vemos agora, partiu de lá há 2 milhões de anos.

Agora, utilizando os recursos do planetário, podemos observar o céu lá do polo sul da terra. Um fato curioso constatamos na região polar. Estas regiões têm um dia e uma noite que duram 6 meses. Assim vemos um espetáculo que só pode ser observado nesta região da Terra, o sol a meia-noite.

Nível: 7ª, 8ª séries e Ensino Médio - Duração: 45 min

 

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